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24.4.17

mil platôs

Greve Selvagem || 2017


21.4.15

trampo

[Seminário dos ratos | 2015]

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Parafraseando o pensador Herbert Read, o meu trabalho conceitual e prático é fruto do meu reencontro com a literatura através do stencil.


4.9.13

bife com batatas fritas

[julio de 1973]

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Eu sou um cara de poucas palavras.
Ponto.

A partir de hoje, vou me comunicar por meio de signos-chaves, mapas-conceituais, abstraciones, pantomima. Levando em consideração a disciplina do pensamento, isto é, da leitura e da escrita, rearranjo o corpus do autor francês da seguinte maneira:

a) Literatura: problemática;
b) Escritura: sem o compromisso oficial da eleição;
c) Linguagem: sua consistência, sua profundidade, sua ameaça;
d) Ideologia: desvendando a consciência burguesa;
e) O escritor: corpo, passado, gesto de sociabilidade.


5.4.10

perdendo tempo


O oportunismo de Miguel Sanches Neto utilizando-se da figura de Dalton Trevisan me causa enfado como os próprios textos sem sal do escritor de Chove sobre a minha infância.
Isso não é vingança. É antes de tudo marketing para se aparecer, já que ninguém, imagino, lê suas ficçõezinhas.



12.2.09

qüestionário

[introdução à semiótica]


Senhora Z., me responda uma coisa: quem foi o pai da sentença que fez a seguinte indagação: o que é a semiótica senão uma ótica zarolha?

a) Peirce
b) O caolho
c) Wittgenstein

d)
Ciclope
e) Pignatari

Se a senhora Z. assinalar a alternativa correta, na próxima eu compro o sorvete e lhe forneço a referência toda. To - di - nha. E de brinde, como uma boa aluninha merece, lhe sapeco uma estelinha na testa.