"Se a história da ciência nos mostra alguma coisa, é que não chegamos a lugar nenhum ao chamar nossa ignorância de deus".
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20.5.17
deus, um delírio
6.2.12
vozes
Meu irmão, importante filósofo diz:
Para variar a polícia nazi do PSDB, agora nas mãos de Beto Richa, deu um ótimo exemplo do que é uma política de extrema-direita. É uma política que tem como base a inversão de prioridades e a cacetada indiscriminada. O que é inverter prioridades? É mobilizar a força policial para agredir pessoas de bem que se divertem, enquanto a bandidagem rola solta aos arredores. É típico dessa mentalidade de asno dos PSDBistas dizer não à diversão, impedir a utilização pública do espaço PÚBLICO! Polícia é para cuidar da segurança PÚBLICA, não para ser instrumento de atentado contra ela, isso é a inversão patológica e perversa capaz de ocorrer só na mente de um dirigente semi-nazista.
Se você vota no PSDB reveja sua postura: coloque as duas mãos no chão, ande e relinche... só não venha dar seu coice em mim!
[Germano Mendes]
vozes
Cleber Braga diz:
Eu desejo sinceramente que Curitiba suporte! Suporte a alegria, a felicidade, o encontro, o afeto. No último domingo, pessoas conhecidas, PACÍFICAS, amorosas, foram feridas pela polícia em um ato nazista da Polícia Militar do Paraná. Por que, eu me pergunto? Por que, governador Beto Richa? Por que, prefeito Luciano Ducci? Por que, Fundação Cultural de Curitiba? Que merda de cidade é esta que vocês estão propondo?!!!
Eu desejo sinceramente que Curitiba suporte! Suporte a alegria, a felicidade, o encontro, o afeto. No último domingo, pessoas conhecidas, PACÍFICAS, amorosas, foram feridas pela polícia em um ato nazista da Polícia Militar do Paraná. Por que, eu me pergunto? Por que, governador Beto Richa? Por que, prefeito Luciano Ducci? Por que, Fundação Cultural de Curitiba? Que merda de cidade é esta que vocês estão propondo?!!!
vozes
O deputado federal Rosinha pronuncia:
O que a Polícia Militar comandada por Beto Richa (PSDB) fez ontem à noite no pré-carnaval do Largo da Ordem, em Curitiba, foi transformar uma festa em campo de guerra. O uso indiscriminado de projéteis de borracha parece ter virado método tucano de 'dispersar' as pessoas na rua - vide Cracolândia e Pinheirinho. Ontem, pessoas conhecidas minhas foram atingidas por alguns desses tiros. Com certeza, o número de feridos é maior do que o descrito na reportagem. Mais um episódio lamentável de violência policial e uso desproporcional de uma força de "segurança".
segurança não é sinônimo de repressão
[...]
- Soldados! - começou a arengar o deputado, depois que lhe conseguiram um barril para subir. - Deveis ficar do nosso lado. Aqui estão vossos irmãos e amigos...[Joel Rufino dos Santos - Quatro dias de rebelião. 5 ed. Rio de Janeiro: José Olympio, 2006. p. 57]
13.10.08
[Clipping]
Ponto de fuga
Monstros de pureza
Jorge Coli
Colunista da Folha
Oswaldo Martins, especialista em literatura erótica, é também poeta. Um ou outro de seus poemas, em livros e no blog http://osmarti.blogspot.com/, contém palavras mais fortes. Alguns elaboram desejos físicos de maneira delicada e sem evidência imediata. O blog é inteligente [1], carregado de amor pela literatura; os poemas são bons.
Essas qualidades bastaram para que a Escola Parque [no Rio], em que Oswaldo Martins lecionava português, o demitisse, como contou, no domingo passado, o Mais!.
A miopia moralista da escola, dos pais, de "psicólogos e juristas" evocados no texto, miopia que desencadeou o caso, assusta pelo "obscurantismo e a certeza dos censores", na expressão do próprio professor despedido.
Censura e obscurantismo, no caso, não são singulares e episódicos. Eles se inserem na mentalidade de nossos tempos regressivos, marcados por puritanismos, por fundamentalismos religiosos, pelo maniqueísmo das convicções, pelo gosto doentio em patrulhar, controlar, vigiar e punir.
É bem difícil lutar contra tudo isso porque essas manifestações se fazem com parcimônia, gota a gota, disfarçadas, em nome de álibis austeros.
Aqui, trata-se de proteger as crianças, que como todos sabem, são anjinhos imateriais, feitos de etérea e cândida substância, não de carne e osso.
Mas quem os protegerá, e a nós todos, do mal que existe na cabeça desses educadores, desses pais, desses psicólogos e juristas, que nunca disseram um palavrão, que estão incólumes de pulsões pecaminosas, e que, senhores da moral, transformaram-se em juízes? Quem nos protegerá dos puros?
[CADERNO MAIS! nº 862. Folha de São Paulo, 12 de outubro, de 2008]
[1] Basta ler o sintético texto sobre os Continhos galantes, de Dalton Trevisan.
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