Ainda há professores que leem; e foi nesse ainda que uma professora me passou um texto, em tempo de folia, escrito por um ator.
A crônica, intitulada “Carnaval em Curitiba”, é ruim.
Eu disse: muito ruim.
(Por quê?)
deve estar se perguntando o fiel leitor.
Pelo simples fato do conteúdo carregar em seu substrato a ideologia da classe média; trocando em miúdos: o texto apresenta um ponto de vista burguês. Como? Ora, o fulano cita, para encerrar seu glorioso discurso, que alguma criatura proponha um encontro de psicanálise, um entretenimento de música erudita ou uma feira de livros no lugar do carnaval, e nisso ele reforça dizendo que o nosso cenário é original no campo brasileiro.
Que se tenha dito e boa tarde.
A crônica, intitulada “Carnaval em Curitiba”, é ruim.
Eu disse: muito ruim.
(Por quê?)
deve estar se perguntando o fiel leitor.
Pelo simples fato do conteúdo carregar em seu substrato a ideologia da classe média; trocando em miúdos: o texto apresenta um ponto de vista burguês. Como? Ora, o fulano cita, para encerrar seu glorioso discurso, que alguma criatura proponha um encontro de psicanálise, um entretenimento de música erudita ou uma feira de livros no lugar do carnaval, e nisso ele reforça dizendo que o nosso cenário é original no campo brasileiro.
Que se tenha dito e boa tarde.



