I
João andava, há um punhado de dias mal contados, preocupado. Dias e dias habitava nele como reboco o medo de ficar burro, mas burro de sabençudo.
Certa manhã oriunda de uma noite sem sonhos, João não levantou. Não abriu os olhos. Não se mexeu.
Passado um mês de aluguel atrasado, deram pela falta de João. O telefone tocou, e-mails sobrecarregaram a caixa de entrada, cartas, contas e revistas voltaram para o correio. Mas de nada valia, pois João estava morto e seu corpo entrava em putrefação.
O que o leitor perdeu com a morte de João?
II
Certa manhã oriunda de uma noite sem sonhos, João não levantou. Não abriu os olhos. Não se mexeu.
III
Passado um mês de aluguel atrasado, deram pela falta de João. O telefone tocou, e-mails sobrecarregaram a caixa de entrada, cartas, contas e revistas voltaram para o correio. Mas de nada valia, pois João estava morto e seu corpo entrava em putrefação.
IV
O que o leitor perdeu com a morte de João?







