14.7.10

apólogo brasileiro sem véu de alegoria

[Estamos diante de um citadino com alma popular
e não um literato bem comportado]

[...]


Brasileiro é bom, é amigo da paz, é tudo quanto quiserem: mas bobo não. Chega um dia e a coisa pega fogo.


[MACHADO, Antonio de Alcântara. Novelas paulistanas. Rio de Janeiro - Belo Horizonte: Garnier. 1994. p. 270]