I
Venho há um bocado de dias escrevendo um romance intitulado de Pega no meu pau. A narrativa em primeira pessoa é de um sujeito chamado Guy, introspectivo no que tange o leitor de mais profundo: a glande sensível e dominadora da cabeça do sonho, aonde o verbo e o tempo não passam de uma boca envolvendo a chapeleta de um único corpo. Numa ficção sem fim.