Este trabalho divide-se em duas partes: a primeira aborda os precedentes da situação que levou à formação da Frente Única Antifascista e narra as atividades iniciais dessa organização; a segunda trata da contramanifestação do dia 7 de outubro de 1934, que pôs a nu a falsidade de intenção de integralismo e da ditadura getulista, que estava a um passo para servir-se dele como arma para a submissão das classes trabalhadoras e das liberdades democráticas.
O movimento fascista se afirma como a última e mais confiável máquina de repressão das massas trabalhadoras: ele não é apenas um método mais eficiente de apropriação da mais valia produzida pelo trabalho assalariado, vai além: submete a sociedade totalmente ao seu domínio, criando uma superestrutura constituída de círculos hierárquicos reduzidos que se resumem, no topo da escala, aos manipuladores do capital financeiro, o máximo, no sistema da propriedade privada capitalista.
Fúlvio Abramo
1909 - 1993
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