16.2.18

dialética da escola-prisão


No site da Carta Educação há um entrevista com António Nóvoa. Em certa altura ele diz que "há pouca indignação e, se eu fosse brasileiro, estaria indignado com a situação da educação pública". 

No entanto, há um problema quando você se indigna com a educação brasileira ou tenta lecionar usando bibliografia alternativa. O problema são os cuzões da secretaria de educação e os diretores nazistas. O professor crítico, dentro do sistema educacional precarizado e domesticador, sofre perseguição metodológica, constrangimentos ilegais, assédios morais e processos administrativos.

Na verdade, vou resumir: é uma bosta lecionar no Brasil. E não pense que isso muda nas escolas privadas. Elas só são mais limpas.