A cidade significa um refúgio em instituições, um escape da violência e da impunidade do campo; mas hoje encontramos a realidade que sempre existiu: é tudo igual, aqui e lá. Diante da violência cotidiana, qualquer consciência pacifista é um pouco insubstancial. O que se estranha nas ruas das macrourbes americanas não é a paz dos sepulcros ou do paraíso celestial, mas o monopólio da violência.