A única moralidade que sobrou para o brasileiro foi o da mentira consoladora. O habitante do terceiro mundo não aprendeu que não se pode viver muito tempo num mundo de fantasias.
O brasileiro não consegue viver sem mentir, mente com cinismo e consciência. É indolente, mal acostumado e bêbado. Um viciado na mentira e na impostura até a medula dos ossos, sendo capaz de fazer tudo para enganar.
Na periferia do capitalismo, não há mais lugar para a gentileza.