18.7.26
Deschooling society
17.7.26
Deschooling society
The New Alienation
The New Alienation
The New Alienation
Deschooling society
The New Alienation
O século dos imbecis
The myth of progress
Mini galeria de perguntas meramente retóricas
16.7.26
The Catcher in the Rye
Um país de analfabetos
15.7.26
Dialética da escola-prisão
Porque não me ufano
O pobre do Brasil não tem meios de produzir conhecimentos verdadeiros, mesmo tendo no polegar um aparelho que poderia auxiliar no desenvolvimento do conhecimento. A legitimação da produção cultural dos subdesenvolvidos (tudo o que pode ser vulgar) gerou fundamentalistas. O carente isolado não quer aprender a compor algo que seja belo aos olhos e agradável aos ouvidos. Não anseia construir sequer um discurso. É tudo absolutamente indigente: sua linguagem, seu imaginário, seu emprego, sua educação, seu bairro e sua cidade. Seu relacionamento com a terra está plenamente empobrecido. Não pertence ao mundo como um sujeito histórico.
Porque não me ufano
Confusion
In that burning light I suffocate -
II
You don't love me?
Fog covers my eyes,
14.7.26
Dr. Death
Dr. Death
12.7.26
Porque não me ufano
É notável em todos os meios de comunicação do populacho brasileiro a ausência de narrativas que constituem temporalidade, que se abrem para utopias e perspectivas para imaginar um outro mundo.
Na cultura do instantâneo, o subdesenvolvido opera sob as políticas de gestão do capital - somente um lado prospera - e as políticas industrias que tornam imprestáveis os aparelhos do mundo do consumo. O subdesenvolvimento está bem planejado.
O grito do desesperado empobrecido tem baixa eficácia política, bem como suas expressões artísticas e certas performances de protestos. No máximo que os desorganizados conseguem é interromper momentaneamente a ordem neoliberal. Pouca causa, pouca motivação e pouca organização. Tanto com a esquerda quanto com a direita nas administrações públicas a ordem capitalista segue o seu destino: gentrificando, desalojando, desempregando, explorando, precarizando, arruinando, apagando memórias e sujeitos, destruindo o meio ambiente, potencializando as relações desiguais de poder entre gêneros, marcando, retaliando, etc.
A cumplicidade acritica com a opressão econômica encontra-se em todos os espaços. A pós-doutora escreve como uma freira, a massa se identifica com o machismo, a reprodução de estereótipos e os preconceitos religiosos. Esses são os denominadores comuns dos incultos e perversos. O fundamentalismo define o "nós" sem cultura, sem luta de classes, sua visão maniqueísta estigmatiza ainda mais os excluídos e perpetua a miséria. Não há nenhuma chave de leitura possível, oposição alguma, proposta para mudar a ordem dominante, renovação de perspectivas. O reino do senso-comum tem suas muralhas reforçadas e impenetráveis.
Planeta favela
Planeta favela
11.7.26
Porque não me ufano
Porque não me ufano
The soul of man under Socialism
Sem futuro
Idiocracia
Tubo de ensaio
A perversidade no poder
10.7.26
Porque não me ufano
Perspectivas
Perspectivas
9.7.26
The correspondence of Charles Darwin
History of science
Las Vegas
The trial
Amrum
Perversity in everywhere
8.7.26
6.7.26
The true function of art is social criticism
A barbaric country
Porque não me ufano
Periphery of capitalism
In an unequal society, courts payin exorbitant salaries:
Brasil, a country without an ideal.















