18.3.26
Dialética
Psicopatologia da escola
As escolas da ignorância estão se aprofundando no Brasil. Já não faz mais parte do corpo docente identificar diferentes formas de ignorância, examinar como elas são produzidas e sustentadas e que papel elas desempenham nas práticas do conhecimento. As comunidades cognitivas passaram a referendar a desinformação, a incompreensão, a doutrina, o obscurantismo, o funk e o sertanejo. A ausência de saber é a verdadeira privação dos pobres, a falsa consciência de que necessita a classe dominante para manter o status quo.
Demagogia
Dialética da escola-prisão
Dialética da escola-prisão
Dialética da escola-prisão
Dialética da escola-prisão
17.3.26
Na sala de aula
Na sala de aula
Porque não me ufano
Porque não me ufano
16.3.26
Porque não me ufano
15.3.26
Os cus de Judas
Marxism & Existentialism
In the social production of their existence, men enter into relations which are determined, necessary, independent of their will; these relations of production correspond to a given stage of development of their material productive forces. The totality of these relations of production constitutes the real foundation upon which a legal and political superstructure arises and to which definite forms of social consciousness correspond.
Porque não me ufano
Kalash, mon amour
14.3.26
Institut für Sozialforschung
Dialética da família brasileira
A desorganização da família brasileira, da família patriarcal se processou uniformemente em todo o país. A organização desorganizada da família brasileira preenche toda uma gama de preconceito que vai desde a família patriarcal dos tempos da colônia até a "moderna" família conjugal sem consciência de classe. Suas bases não possuem funções políticas e econômicas satisfatórias. Mas o que se perpetua é a autoridade do homem sobre a mulher e um geração imatura. Na verdade tanto os rebentos quanto seus genitores são imaturos. O homem não sabe educar, a mulher está perdida e o que existe não são afetos mas meras relações de interesse. Não desenvolveram a consciência crítica. O casal não é camarada. A família se mantém unida até onde os interesses continuam sólidos e muito bem confortáveis na sociedade do consumo de baixo padrão de qualidade de vida. No porta jóias da família monogâmica e cristã encontra-se todo tipo de promiscuidade.
Porque não me ufano
É muito mais fácil traficar cocaína no Brasil do que vender livros pela internet.
O sul é o meu país
Bibliography
13.3.26
O sul é meu país
O moleque negro nunca ouviu falar de Angela Davis. A escola pública de Porto Alegre tirou as referências significativas e substituiu por letras vulgares do funk. A estrutura pública não forma mais leitores, se é que ela chegou a formar algum dia leitores profissionais. Juventude gaúcha não está tendo contato com as referências marxistas mas passa o dia ouvindo música que trata a mulher como piranha. A escola que deveria desenvolver o intelecto virou biqueira.
12.3.26
Porque não me ufano
Prudence of free spirits
A garota da banda
11.3.26
A mão invisível
Is It Fall Yet?
You're standing on my neck
9.3.26
O super-homem vai ao supermercado
O super-homem vai ao supermercado
Sad song
O super-homem vai ao supermercado
6.3.26
The division of labour
A mão invisível
5.3.26
Goo: “Tunic (Song for Karen)” e “Kool Thing”
4.3.26
Ruckus Manhattan, de Red Grooms | 1976
3.3.26
O ventre seco
Não verás país nenhum
2.3.26
1.3.26
Recessão no Nordeste, quem trabalha está ameacado de morrer à noite, e os bolsões de calor aumentam, só o guarda-chuva de seda preta resiste
22.2.26
O triunfo da mediocridade
I
O rolo compressor das redes sociais está puxando as atividades mais substanciais para baixo. O acesso à cultura cultivada foi barrado pela grosseira domesticação e cretinismo que reina na ponta do polegar.
II
Não haverá necessidade de uma nova época totalitária para queimar livros literários, as pessoas se contentaram em deixar de lê-los.
III
A prática de leitura tende a desaparecer ou será uma prática social muito marginalizada. A morte do escrito sofisticado está em pleno curso e viajando na velocidade da luz. A crise do amor pela língua, como dizia Roland Barthes, é uma realidade e está diagnosticada pela baixa qualidade dos conteúdos audiovisuais. Apenas uma minoria intelectualizada ainda continuará amando belos textos, se ela não sumir do mapa.
IV
Uma revolução política e social que possa desembocar em uma organização mais humana de nossa sociedade não irá acontecer. Lamento informá-los, mas um povo mais educado, amante das belas letras e das belas coisas é uma ilusão. A realidade é bem mais rés do chão de rodoviária com todo tipo de ruído nas pontas dos dedos. E será inútil denunciar o caráter degenerativo de nossa sociedade.
11.2.26
Principal deficiency of active men
Slavoj Žižek illuminating the day
10.2.26
The political uses of religion
Punk Rock | 1978
Porque não me ufano
Porque não me ufano
Lamentation
Microcosm and macrocosm of culture
Porque não me ufano
9.2.26
Porque não me ufano
8.2.26
Tempo de pobreza
A carta que o miliciano escreveu e que assombrou todos os dispositivos digitais do terceiro mundo atesta: o subdesenvolvido não dispõe espontaneamente de vocabulário e de oração. Vê que o criminoso masca cada letra do alfabeto como um homem doente. Sente-se o desespero na palavra escrita. Parece sofrer de alguma perturbação nervosa. O texto pobre denuncia: o logos oprimiu o capitão e o estilo desprovido de beleza representa a capacidade intelectual da elite nacional. Eis o resultado mais notável do analfabetismo secundário.
































