16.3.26
Porque não me ufano
15.3.26
Os cus de Judas
Marxism & Existentialism
In the social production of their existence, men enter into relations which are determined, necessary, independent of their will; these relations of production correspond to a given stage of development of their material productive forces. The totality of these relations of production constitutes the real foundation upon which a legal and political superstructure arises and to which definite forms of social consciousness correspond.
Porque não me ufano
Kalash, mon amour
14.3.26
Institut für Sozialforschung
Dialética da família brasileira
A desorganização da família brasileira, da família patriarcal se processou uniformemente em todo o país. A organização desorganizada da família brasileira preenche toda uma gama de preconceito que vai desde a família patriarcal dos tempos da colônia até a "moderna" família conjugal sem consciência de classe. Suas bases não possuem funções políticas e econômicas satisfatórias. Mas o que se perpetua é a autoridade do homem sobre a mulher e um geração imatura. Na verdade tanto os rebentos quanto seus genitores são imaturos. O homem não sabe educar, a mulher está perdida e o que existe não são afetos mas meras relações de interesse. Não desenvolveram a consciência crítica. O casal não é camarada. A família se mantém unida até onde os interesses continuam sólidos e muito bem confortáveis na sociedade do consumo de baixo padrão de qualidade de vida. No porta jóias da família monogâmica e cristã encontra-se todo tipo de promiscuidade.
Porque não me ufano
É muito mais fácil traficar cocaína no Brasil do que vender livros pela internet.
O sul é o meu país
Bibliography
13.3.26
O sul é meu país
O moleque negro nunca ouviu falar de Angela Davis. A escola pública de Porto Alegre tirou as referências significativas e substituiu por letras vulgares do funk. A estrutura pública não forma mais leitores, se é que ela chegou a formar algum dia leitores profissionais. Juventude gaúcha não está tendo contato com as referências marxistas mas passa o dia ouvindo música que trata a mulher como piranha. A escola que deveria desenvolver o intelecto virou biqueira.
12.3.26
Porque não me ufano
Prudence of free spirits
A garota da banda
11.3.26
A mão invisível
Is It Fall Yet?
You're standing on my neck
9.3.26
O super-homem vai ao supermercado
O super-homem vai ao supermercado
Sad song
O super-homem vai ao supermercado
6.3.26
The division of labour
A mão invisível
5.3.26
Goo: “Tunic (Song for Karen)” e “Kool Thing”
4.3.26
Ruckus Manhattan, de Red Grooms | 1976
3.3.26
O ventre seco
Não verás país nenhum
2.3.26
1.3.26
Recessão no Nordeste, quem trabalha está ameacado de morrer à noite, e os bolsões de calor aumentam, só o guarda-chuva de seda preta resiste
22.2.26
O triunfo da mediocridade
I
O rolo compressor das redes sociais está puxando as atividades mais substanciais para baixo. O acesso à cultura cultivada foi barrado pela grosseira domesticação e cretinismo que reina na ponta do polegar.
II
Não haverá necessidade de uma nova época totalitária para queimar livros literários, as pessoas se contentaram em deixar de lê-los.
III
A prática de leitura tende a desaparecer ou será uma prática social muito marginalizada. A morte do escrito sofisticado está em pleno curso e viajando na velocidade da luz. A crise do amor pela língua, como dizia Roland Barthes, é uma realidade e está diagnosticada pela baixa qualidade dos conteúdos audiovisuais. Apenas uma minoria intelectualizada ainda continuará amando belos textos, se ela não sumir do mapa.
IV
Uma revolução política e social que possa desembocar em uma organização mais humana de nossa sociedade não irá acontecer. Lamento informá-los, mas um povo mais educado, amante das belas letras e das belas coisas é uma ilusão. A realidade é bem mais rés do chão de rodoviária com todo tipo de ruído nas pontas dos dedos. E será inútil denunciar o caráter degenerativo de nossa sociedade.
11.2.26
Principal deficiency of active men
Slavoj Žižek illuminating the day
10.2.26
The political uses of religion
Punk Rock | 1978
Porque não me ufano
Porque não me ufano
Lamentation
Microcosm and macrocosm of culture
Porque não me ufano
9.2.26
Porque não me ufano
8.2.26
Tempo de pobreza
A carta que o miliciano escreveu e que assombrou todos os dispositivos digitais do terceiro mundo atesta: o subdesenvolvido não dispõe espontaneamente de vocabulário e de oração. Vê que o criminoso masca cada letra do alfabeto como um homem doente. Sente-se o desespero na palavra escrita. Parece sofrer de alguma perturbação nervosa. O texto pobre denuncia: o logos oprimiu o capitão e o estilo desprovido de beleza representa a capacidade intelectual da elite nacional. Eis o resultado mais notável do analfabetismo secundário.
































