29.7.22

Quem quer cloroquina?


O trabalho do médico não pode ser explorado por terceiros com objetivos de lucro, finalidade política ou religiosa.

Os médicos da periferia do capitalismo não elaboram questões filosóficas e muito menos contribuem para uma compreensão crítica a respeito da medicina. São meros técnicos. A única competência é prescrever medicamentos. 

O miliciano exalta remédio ineficaz, faz piada machista, critica vacina e é ovacionado pelo CFM, que representa a falência da medicina como instituição social. A cada dia, a elite brasileira se mostra como ela sempre foi: uma ralé com grana. 

A palavra ética é somente mais um (entre tantos outros) significante vazio.