Para a classe dominante da periferia não existem grandes dilemas, princípios filosóficos, contribuições críticas. A única coisa importante é o dinheiro. Não canso de falar isso, mas a massa não ouve. Está completamente cega. Alienada. Tudo o mais para a classe dominante gira em torno da bajulação, do misticismo e das mentiras em nome da manutenção de seus privilégios.
A classe dominante não debate, por isso insulta e estimula seus bots digitais. Não discute, exclui. Ela não partilha, ela não democratiza, ela não redistribui a riqueza, ela não se sensibiliza, ela não constrói, ela não moderniza e, principalmente, não respeita qualquer tipo de diferença, sobretudo os ateus.
Um capitão analfabeto sem capacidade para refletir sobre a natureza somente tem utilidade para o capitalismo. Justiça social é algo que a periferia não conhece, nunca teve e nunca terá, pois é o capital que manda nas relações sociais e nas relações de poder. Esse é verdadeiro mecanismo ideológico que opera no país periférico conhecido como brasil.