O peão do boteco do ratinho se contentou com a estrutura da escola militarizada. Nada mais apropriado para o provinciano. O analfabeto secundário me disse que seria mais fácil matar o tempo. Ler não é o forte do condicionado.
Na casa do professor de História - que encostou o burro - não havia um livro. Veja o quadro: a parte que diz o todo de uma classe. Confinado ao ramo subalterno do Estado.
Já o burguês fabricado pela rede massa nunca falou nada com fundamentação, eu mesmo nunca ouvi, mas era um engenheiro bêbado e adulador de voz mansa remunerado pelo Estado. Seus peões ao menos riam de suas piadas insossas.
Falar merda se tornou um símbolo de status, culturalmente hegemônico no Brasil todo.
Projeto político teológico corporativo permite o Estado, que nada mais é um curral eleitoral, remunerar faladores sem conhecimento teórico algum e, principalmente, fascistas. Justiça é um conceito absolutamente ilusório.
