É difícil comunicar aos brasileiros a importância da leitura, que a pesquisa é feita de hipóteses e evidências. Não há mais debate algum em nenhuma esfera social. O público nacional crê apenas no imediatismo e nos seus representantes bullshitters.
Os desdobramentos da política nacional de gestão miliciana corroboram: o brasileiro não é uma criatura estética e, muito menos, uma criatura ética.
