Mesmo expulso para o subterrâneo, o "mito" continua a fluir, alimentado pelo latifúndio da comunicação e por seus sucessores.
Vida sem imaginação tornou-se a ordem do dia.
A fissura na psique se alargou até atingir um ponto crítico: ninguém sabe absolutamente de nada.
Tarcísio de Freitas, no último domingo, lançou-se como sucessor do miliciano fundamentalista.
A estrutura pública continua a ser fonte de renda para os fascistas. É neste contexto que a esquerda morre, quando deixa barato Moro e Salles, apenas para citar um golpista e um traficante de madeira.
Mas o que é a política periférica nada mais do que golpismo estrutural?
Homens sem ideais são filhos da cultura brasileira.
