O brasileiro entra no que se convencionou chamar de educação para estragar com tudo. Até mesmo com o discurso fundamentado e analítico. Não precisa entrar em detalhes sobre pesquisa científica. Será raríssimo encontrar uma personagem na periferia a altura de Zaja ou mesmo alguém que consiga instruir uma criança à razão e aos direitos civis. Os efeitos da ideologia bolsonazista e de seu séquito, cujos comportamentos beiram a comédia e a tragédia, estão sendo corrosivos para a subjetividade do brasileiro.
Quando começarão as aberturas de clubes de tiro nos entornos escolares?
São perguntas meramente retóricas.
Mas uma coisa está clara, o brasileiro não é afeito ao livro, à livraria, à prática de leitura. O brasileiro cristão é declaradamente fascista.
A sociedade de gente de letras é uma utopia irrealizável na periferia do capitalismo e os fascista continuam muito bem remunerados pelo Estado brasileiro.
