Solidariedade, compaixão, troca, ajuda, gentileza e simpatias mútuas são noções, no mínimo, estranhas ao pensamento econômico global e abominado pela prática econômica, sobretudo em um país subdesenvolvido como o Brasil.
A periferia do capitalismo jamais será um país cujos habitantes não são concorrentes e objeto de uso e consumo. Um país de colegas no esforço contínuo e interminável de construir uma boa sociedade, de fundar um sociedade de gente letrada é inimaginável. Não vai acontecer.
Por trás da “sociabilidade humana” esconde o capital descontrolado e desigual colocando os subalternos numa eterna competição. É loucura. Uma sociedade funcionando neste ritmo não poderá ter êxito.
Os sucedâneos comercializados substituíram por completo os vínculos humanos. E o dinheiro para sempre será a única coisa mais importante para o terceiro mundista.