O problema não seria o excesso de planejamento e projeto, mas a carência de raciocínio para construir uma boa sociedade. E não falo somente de estrutura. A promoção da qualidade de vida não está na agenda política, muito menos é uma alternativa. É muita burrice. E perversidade. Para o brasileiro, arquitetura não é cultura, não é um gênero de primeira qualidade.
A expressão verbal dos "artistas" do terceiro mundo é a expressão ideológica do subdesenvolvimento. Atenção: não existe grau de complexidade no mundo cultural do terceiro mundista.
A apropriação desigual do produto social permanecerá por muito tempo como a única característica verdadeiramente nacional da periferia do capitalismo.
No Brasil não se constrói o que é importante.