Nos últimos trinta anos o cérebro do terceiro mundista não assinalou o aparecimento de elaborados padrões na linguagem. A sua experiência discursiva está muito vulgar. A vulgaridade não é qualidade de mentes modernas. O cérebro do subdesenvolvido não mais conduz a uma elevada ordem da consciência e está marcando, definitivamente, o fim do pensamento.
Nutrir o cérebro com conteúdo inteligente não está fazendo parte do mundo do colonizado. A alimentação destinada ao intelecto continua a ser tirada do lixo da indústria cultural.
