Não tarda muito e não haverá mais leitores para Darwin, Nietzsche, Marx e Freud.
Na atualidade não há mais o que procurar. Os públicos foram bem moldados pela indústria cultural, cada grupo tem a sua personalidade do atraso para cultuar. No Brasil, poucos são os que valorizam o saber e a beleza da leitura. O brasileiro não saiu de programas de auditório que exploram a miséria. Explorar o pobre precarizado gera audiência e lucro. Diverte os incultos.