O senhor G. irritadissimo porque acabara de sair de um momento de transição, apanhou o poetinha desprevinido e socou-lhe a barriga, arrancou-lhe os olhos, decepou-lhe as orelhas, amputou-lhe as pernas, comeu-lhe as tripas:
- Tome isto e mais isto e isto! – cuspindo, por fim, na cara do poetinha, o senhor G. Malvado.
- Mas por quê, por quê, senhor G., qual o motivo para tamanha violência?, perguntam as mocinhas desesperadas por uma justificativa.
Só há uma verdade, pensa o senhor G., nunca mais o poetinha pra contar estórias.
O senhor G. Este.
- Tome isto e mais isto e isto! – cuspindo, por fim, na cara do poetinha, o senhor G. Malvado.
- Mas por quê, por quê, senhor G., qual o motivo para tamanha violência?, perguntam as mocinhas desesperadas por uma justificativa.
Só há uma verdade, pensa o senhor G., nunca mais o poetinha pra contar estórias.
O senhor G. Este.