27.2.09

estórias do senhor G.


O senhor G. estaria se transformando nalgum símbolo? O senhor G. refletiu a respeito sobre ele mesmo, o senhor G. O senhor G., acredita o autor, logicamente eu, servirá um dia de catálogo ou será usado como análise por clínicas altamente psiquiátricas. O senhor G. a priori já pensou aonde isso tudo vai acabar.

- Senhor G., mas e o autor? - pergunto eu, o próprio autor, como eu já dizia.
- Fudeu! - responde objetivamente o senhor G.

- Senhor G., Senhor G., cuidado com o que dizes porque posso ver-te quem é. Senhor G. ouça-nos! Senhor G!
- Céus!, com mil diabos!, esbraveja o senhor G., malditas criaturinhas fantasiosas! Larguem-me!! Larguem-me suas criaturinhas ignominiosas!

O senhor G. chuta as criaturinhas. O senhor G. chuta mais outra criaturinha.

O senhor G. seriamente possui uma verdade que é coisa rara como matar um homem. O senhor G. matou certa vez um homem. O senhor G. caminhou até o bosque. O senhor G. penetrou na tarde escura e úmida. O senhor G. se enlameou todo obrigado.

O senhor G. parecia (desculpem o lapso, a consciência do autor reconhece) um bode!

O senhor G., não se preocupem, ele sabe que não sabe mais o que sabe que fala.

O senhor G. Este.