O senhor G. ao voltar de ônibus pra casa, ufa!, que dia, pensou:
"Os professores de literatura e língua portuguesa, especificamente falando, não precisam doutrinar as crianças através do uso de textos, como fazem alguns professores. A fórmula está em trabalhar com o maior número de gêneros textuais para que assim cada aluno encontre sua própria voz neste mar social do qual fazemos parte e podemos ler num meio de comunicação em massa como, por exemplo, o Estadão."
O senhor G. preocupado - neurastênico, quem? o autor?, repensa o senhor G.: se será ou não será um funcionário público.
- Então, senhor G. - pergunto-lhe.
"A estabilidade é boa, os interesses são mútuos, os casos abertos..." - divaga o senhor G., com leve traço de sorriso na boca que acabara de ser desenhado.
"Até que nada mal, né, senhor G." - pensa o autor, mui claramente puxando a lata de sardinha para o seu lado. Quero dizer, para o meu lado, senhor G.
"Hum, vejamos as possibilidades." - reflete como sempre - exaustivamente -, o senhor G.
O senhor G. Este.
"Os professores de literatura e língua portuguesa, especificamente falando, não precisam doutrinar as crianças através do uso de textos, como fazem alguns professores. A fórmula está em trabalhar com o maior número de gêneros textuais para que assim cada aluno encontre sua própria voz neste mar social do qual fazemos parte e podemos ler num meio de comunicação em massa como, por exemplo, o Estadão."
O senhor G. preocupado - neurastênico, quem? o autor?, repensa o senhor G.: se será ou não será um funcionário público.
- Então, senhor G. - pergunto-lhe.
"A estabilidade é boa, os interesses são mútuos, os casos abertos..." - divaga o senhor G., com leve traço de sorriso na boca que acabara de ser desenhado.
"Até que nada mal, né, senhor G." - pensa o autor, mui claramente puxando a lata de sardinha para o seu lado. Quero dizer, para o meu lado, senhor G.
"Hum, vejamos as possibilidades." - reflete como sempre - exaustivamente -, o senhor G.
O senhor G. Este.