Certa manhã bem cedo, antes do galo cantar, o senhor G. saiu para fazer sua caminhada matutina e filosófica habitual. Aos redores d’O bairro existi um abismo que faz fronteira entre a realidade e a ficção, entre o imaginário e o real; e foi por l'aquelas bandas à beira do precipício onde senhor G. avistou o senhor Rimbaud bêbado e marginalizado arremessando barquinhos de papel cujo conteúdo, ele, o senhor G., não pode desvendar. A princípio, o senhor G. deduz que os barquinhos seriam aquelas ridículas cartas de amor à Verlaine.
O senhor G. refletiu:
"Será que n'O bairro encontrarei algum curso de origami?"
O senhor G. Este.
O senhor G. refletiu:
"Será que n'O bairro encontrarei algum curso de origami?"
O senhor G. Este.
