Vou lhe ensinar uma coisa, menininha suja,
uma grande experiência:
Dentro do cesto de frutas existe um cacho de banana com várias bananas reais
oriundas da Natureza e que agora está na sua casa para, a princípio, alimentá-la: e a banana não é uma imitação ou uma representação dela. Da Natureza.
Ela está lá.
Acredite.
Confie.
Você pagou por ela. Gastou dinheiro. Ela existe tanto quanto você. Vamos, caminhe até a cozinha e tire suas próprias impressões.
Viu, não te falei?
Apanhe-a com qualquer uma das mãos. E não pense maliciosamente, acredite no que você segura: não é um pênis, mas se você a esquentar um pouquinho na brasa do fogão e introduzi-la na sua vagininha poderá sentir as...
nu
Mas nos concentremos na banana.
A banana.
Na ponta dela, da banana, que você pode imaginar como sendo uma cabecinha - e aí, a imaginação é exclusivamente sua -, aquele pedaço o qual está preso ao cacho, sabe?, fica um buraquinho. Comece por puxar, com as pontas dos dedos, a casca.
Mas menininha suja, você não lavou as mãos?
Na maioria das vezes a casca se divide em quatro partes. Não, para o momento não é necessário contar quantas pintinhas deixa a banana mais madura. Descasque-a!
Um.
Ele não me ama.
Dois.
Ele me ama.
Três.
Ele não me ama.
Quatro.
Ele me ama.
Logo em seguida, depois de despi-la, deixando a casca sobre um prato sujo do almoço, ou da janta de ontem; ou largando-a displicentemente em cima da pia, ao lado de copos e talheres; ou arremessando ao cesto de lixo,
como, vejamos como
um jogador profissional da liga masculina de basquete americano, agora você pode fazer a inclusão bocadentro. Desça os dentes superiores em direção à mandíbula e mordisque um pedacinho da banana, normalmente a pontinha, para descer, deliciosamente, pela língua pastosa em direção à gargantua e já já pelo esôfago até o estômago.
Não seja louca de enfiar goela abaixo toda a banana, que não é e nunca será uma espada. Porque não há espadas.
Só há bananas e bananas.
Melhor dizendo: a banana.
A minha frita na manteiga coberta de canela e açúcar.
- Vai um pê?
uma grande experiência:
Dentro do cesto de frutas existe um cacho de banana com várias bananas reais
oriundas da Natureza e que agora está na sua casa para, a princípio, alimentá-la: e a banana não é uma imitação ou uma representação dela. Da Natureza.
Ela está lá.
Acredite.
Confie.
Você pagou por ela. Gastou dinheiro. Ela existe tanto quanto você. Vamos, caminhe até a cozinha e tire suas próprias impressões.
Viu, não te falei?
Apanhe-a com qualquer uma das mãos. E não pense maliciosamente, acredite no que você segura: não é um pênis, mas se você a esquentar um pouquinho na brasa do fogão e introduzi-la na sua vagininha poderá sentir as...
nu
ve
ns?
Mas nos concentremos na banana.
A banana.
Na ponta dela, da banana, que você pode imaginar como sendo uma cabecinha - e aí, a imaginação é exclusivamente sua -, aquele pedaço o qual está preso ao cacho, sabe?, fica um buraquinho. Comece por puxar, com as pontas dos dedos, a casca.
Mas menininha suja, você não lavou as mãos?
Na maioria das vezes a casca se divide em quatro partes. Não, para o momento não é necessário contar quantas pintinhas deixa a banana mais madura. Descasque-a!
Um.
Ele não me ama.
Dois.
Ele me ama.
Três.
Ele não me ama.
Quatro.
Ele me ama.
Logo em seguida, depois de despi-la, deixando a casca sobre um prato sujo do almoço, ou da janta de ontem; ou largando-a displicentemente em cima da pia, ao lado de copos e talheres; ou arremessando ao cesto de lixo,
como, vejamos como
um jogador profissional da liga masculina de basquete americano, agora você pode fazer a inclusão bocadentro. Desça os dentes superiores em direção à mandíbula e mordisque um pedacinho da banana, normalmente a pontinha, para descer, deliciosamente, pela língua pastosa em direção à gargantua e já já pelo esôfago até o estômago.
Não seja louca de enfiar goela abaixo toda a banana, que não é e nunca será uma espada. Porque não há espadas.
Só há bananas e bananas.
Melhor dizendo: a banana.
A minha frita na manteiga coberta de canela e açúcar.
- Vai um pê?
