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É preciso ver os magros com a pulga atrás da orelha. São perigosos, suscetíveis de paixões, de rancores, de fúrias tremendas. E, até hoje que eu me lembre, todos os canalhas que conheci, são, fatalmente, magros.
[RODRIGUES, Nelson. À sombra das chuteiras imortais: crônicas de futebol; seleção e notas Ruy Castro. São Paulo: Companhia das Letras, 1993. p. 47]
