O Estado é o guardião das fortunas adquiridas; é o defensor dos privilégios usurpados, é o que do alto põe um punhado de milionários ao abrigo dos assaltos que lhe lança a torrente agitada dos espoliados. Assim é natural, lógico e fatal que os detentores dos privilégios e da fortuna votem com entusiasmo.
