A indústria musical do Brasil dispensou completamente a função de pensar. Está intoxicada. Não há qualquer ênfase de virtude e lirismo. Em que se pensa com letras vulgares? Pegar novinhas e álcool. Como apontou Ivan Illich, a sociedade de consumo comporta dois tipos de escravos: os intoxicados e os que ambicionam sê-lo. A cretinização das massas não tem fim.
