O escravo não tem imaginação para encontrar uma saída das datas comerciais do calendário judaico-cristão.
Nem mesmo um grau modesto de inteligência o provinciano desenvolveu. O “universo” a volta do provinciano não permite o desenvolvimento da inteligência e a evolução da vida.
A fala do brasileiro foi colonizada e apodrecida.
A comunicação do latifúndio está penetrada pelo dinheiro, por mentiras, por traições e falações de merda sem fim.
A conversa do provinciano apenas transmite crenças, não organiza, não produz uma sociedade coerente e consciente e minimamente justa.