É o mundo material (tráfico de cocaína, por exemplo) que influi decisivamente nas decisões do Estado. Nesse meio corrupto, uma sociedade de gente de letras é uma utopia irrealizável.
O Estado ignora seu dever de representar toda a sociedade, assume apenas a representação de interesses privados e particulares e abandona os interesses gerais e individuais da sociedade.
O Estado encampa interesses de uma camada privilegiada da população contra outra camada mais pobre.