Sai o miliciano fundamentalista e entra o catequista Lulinha paz e amor. Os presidentes do Brasil são portas vozes da Idade Média perdidos no século XXI.
O proselitismo religioso é a marca registrada de todos os políticos da periferia do capitalismo.
A inteligência nem sequer é uma virtude para os colonizados.
A história do Brasil continuará cheia de mitos, mentiras e mistificações em vez de toda a sua realidade viva.