Independente de qual grupo prospere no poder (esquerda ou a extrema-direita) o mote religioso ainda continua a ser a única estratégia da comunicação da Esplanada. Não precisa descer para os Estados e municípios para ver o estrago na mentalidade da xucrada.
A superestrutura é o grande mal do século, muito mal configurada e arcaica, pois a campanha está direcionada para o eleitor evangélico, sim, o mesmo eleitorado cristão que apoiou um miliciano que propôs para cada habitante do terceiro mundo quatro armas, o mesmo agente do fascismo que conseguiu abrir uma brecha para criminalizar educador.
Se as pessoas carentes de fundamento gostam, logo é uma bosta.
Ainda bem que não sou "todo mundo".