As escolas da ignorância estão se aprofundando no Brasil. Já não faz mais parte do corpo docente identificar diferentes formas de ignorância, examinar como elas são produzidas e sustentadas e que papel elas desempenham nas práticas do conhecimento. As comunidades cognitivas passaram a referendar a desinformação, a incompreensão, a doutrina, o obscurantismo, o funk e o sertanejo. A ausência de saber é a verdadeira privação dos pobres, a falsa consciência de que necessita a classe dominante para manter o status quo.