Na página da escolinha-prisão do município de Porto Alegre o cidadão consciente dá de cara com o embuste, a instituição se compromete "fortalecer práticas educativas que unem ciência, comunicação e formação cidadã". Mas como? Com letrinhas vulgares e tóxicas de baile de favela? Os alunos deveriam passar o dia ao menos praticando a leitura e a escrita, seria muito mais enriquecedor para o desenvolvimento da consciência crítica, que está a desaparecer dos ambientes educacionais.