Nem mesmo o lugar na produção se tornou uma experiência fundamental para a consciência do brasileiro.
A desorganização no planejamento social e a desigualdade socioespacial da economia de propriedade são dois exemplos concretos da exploração colonial em pleno século XXI.
Uma classe econômica não conta somente com o poder coercitivo e a autoridade, mas com o consentimento que deriva da sociedade, o que pode ser chamada de liderança moral exercida pelo grupo dominante e de a direção geral imposta à vida social pelo grupo dominante.
O sindicalismo mais organizado ainda não tem forças para ser hegemônico, pois ele continua a ser uma classe subalterna.
Segue-se que para compreender o mecanismo da sociedade há que ter em mente a distinção entre as classes dominantes e as classes subalternas.
Um mundo livre de toda magia e superstição está longe de ser uma realidade. Ainda mais para os habitantes da periferia do capitalismo.