O Brasil é muito mais um lugar de alienação do que uma escola de socialismo científico.
Para se ter uma ideia, a maioria dos brasileiros foi privada de textos fundamentais. A erudição não se expande e custa a florescer.
Reduzir a capacidade de raciocinar de forma ética e crítica e a experiência de linguagem de um povo é um projeto político muito bem concretizado e perverso.
A essência do poder da classe dominante reside na subalternidade das massas e na coerção. Subalternização que começa nas letras de músicas da indústria cultural e termina nas escolas militarizadas.
É preciso cretinizar sistematicamente as massas, não haver brechas para o pensamento, afim de manter os privilégios e as desigualdades estruturais.