Leve em consideração que uma proposta teórica e política séria de libertação da mulher, de igualdade entre os sexos e de superação da paranoica família pequeno burguesa não está no horizonte do terceiro mundista. E a referência a um futuro onde a qualidade de vida (a construção de uma boa sociedade) seja levado à cabo não passa de uma ilusão.
Inventar novas formas familiais a partir da transformação da totalidade das relações sociais e individuais não será prática do brasileiro, que faz de tudo para manter a ideologia capitalista, para o terceiro mundista o dinheiro é a única coisa mais importante. No Brasil, ninguém irá romper a crosta das relações capitalistas de produção que sufoca as relações humanas.