O trabalho não é uma virtude real no mundo homérico e a velhice é tempo de repouso.
Ulisses percorre os dois extremos da escala social romanesca. Ele é rei e mendigo.
Os poemas homéricos nos dão mais exemplos de quedas do que de ascensão social.
Melanthius, o cabreiro traidor, é mutilado, e sua genitália é jogada para os cães. As criadas infiéis são enforcadas no pátio do palácio por Telêmaco.
Os deuses não têm o mesmo sangue que os homens - o deles se chama ichór. Não consomem vinho e o pão, mas sim néctar e ambrosia, termo que significa "bebida da imortalidade".
O modo normal de comunicação entre homens e deuses é o sacrifício, desde a modesta oferenda de um carneiro até a hecatombe na qual perecem cem bois.
