A carta que o miliciano escreveu e que assombrou todos os dispositivos digitais do terceiro mundo atesta: o subdesenvolvido não dispõe espontaneamente de vocabulário e de oração. Vê que o criminoso masca cada letra do alfabeto como um homem doente. Sente-se o desespero na palavra escrita. Parece sofrer de alguma perturbação nervosa. O texto pobre denuncia: o logos oprimiu o capitão e o estilo desprovido de beleza representa a capacidade intelectual da elite nacional. Eis o resultado mais notável do analfabetismo secundário.